News Health/Medical Terapia Hormonal na Menopausa: Benefícios e Segurança
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Terapia Hormonal na Menopausa é Segura e Pode Diminuir Risco de Mortalidade

Por [Nome do Autor]

Publicado em 15 de maio de 2024

Apesar de atualmente ser considerada o melhor tratamento para lidar com uma série de sintomas relacionados à menopausa, como os fogachos, a terapia de reposição hormonal ainda é enxergada com receio por pacientes e médicos devido a riscos que, hoje, sabe-se que são infundados.

Estudos Antigos e Novas Evidências

Muitas pessoas acreditam que a reposição hormonal aumenta o risco de problemas como câncer de mama, acidente vascular cerebral e doença arterial coronariana. Isso se deve principalmente a estudos realizados no final da década de 1990 e início dos anos 2000 que, devido a várias falhas metodológicas, chegaram a conclusões incorretas sobre os efeitos dessas terapias no organismo. No entanto, múltiplos estudos mais modernos já apresentaram evidências contrárias.

Novo Estudo de Larga Escala

Um novo estudo de larga escala realizado com dados de 10 milhões de mulheres mostrou que a terapia de reposição hormonal na menopausa é segura mesmo em idades avançadas e inclusive reduz o risco de mortalidade por diversas causas. Tudo depende do tipo, dose e via de administração desses hormônios. Os estudos antigos que mostravam aumento de risco foram realizados com hormônios sintéticos e por via oral, diferente da terapia hormonal preconizada atualmente.

Continuar a Terapia Além dos 65 Anos

Por muito tempo, continuar a terapia hormonal da menopausa além dos 65 anos era desencorajado, tanto por um desbalanço na relação benefício-risco quanto pela crença de que os sintomas da queda de estrogênio não persistiam após essa idade. No entanto, evidências crescentes mostram que, em alguns casos, esses sintomas podem persistir por muitos anos, tornando a continuação da terapia hormonal uma opção com aconselhamento adequado e avaliação regular dos riscos e benefícios.

Benefícios Comprovados

Com base nos dados coletados, foi possível concluir que, em comparação com mulheres que nunca usaram hormônios ou descontinuaram o tratamento antes dos 65 anos, aquelas que utilizaram monoterapia de estrogênio além dessa idade apresentaram redução significativa na mortalidade e no risco de insuficiência cardíaca, fibrilação atrial, infarto do miocárdio, demência, tromboembolismo venoso e câncer de mama, de pulmão e colorretal.

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